
A meus olhos... o horizonte é verde
Onde posso ver, nas ervas, a esperança
E a alegria de voltar a ser criança.
O vento singelo,
Eleva as folhas do chão
Seja Inverno ou Verão
As nuvens vêem e vão.
O futuro está nesse olhar
Que nos faz sorrir e sonhar,
Saltar e rodopiar
Entusiasmando a mente,
na ânsia da cultura.
O céu, infinito...
A vida, breve...
Tudo passa, tudo corre
Nada fica, tudo morre.
Mas... no centro do horizonte,
Nas singelas asas do vento,
Na vontade de sonhar e mudar
Os meus olhos ganham vida.
E porque a magnitude da vida,
É livre...
Livre também eu sou,
Na magnitude do meu ser.
Livre de conspirações e traições,
Vulgaridade ou pura paixão,
Serei sempre eu... como sou...
Com a magnitude do meu coração.
A meus olhos... o horizonte é verde
Onde posso ver, nas ervas, a esperança
E a alegria de voltar a ser criança.
O vento singelo,
Eleva as folhas do chão
Seja Inverno ou Verão
As nuvens vêem e vão.
O futuro está nesse olhar
Que nos faz sorrir e sonhar,
Saltar e rodopiar
Entusiasmando a mente,
na ânsia da cultura.
O céu, infinito...
A vida, breve...
Tudo passa, tudo corre
Nada fica, tudo morre.
Mas... no centro do horizonte,
Nas singelas asas do vento,
Na vontade de sonhar e mudar
Os meus olhos ganham vida.
E porque a magnitude da vida,
É livre...
Livre também eu sou,
Na magnitude do meu ser.
Livre de conspirações e traições,
Vulgaridade ou pura paixão,
Serei sempre eu... como sou...
Com a magnitude do meu coração.